segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Aprenda a preencher um briefing de Mídia Online


Modelo 01

Para dar início a qualquer planejamento, é necessário aprender o que pode ser explorado e o significado de cada item de um briefing.

É fundamental que todos o dados do briefing sejam interpretados corretamente para que não haja ruído no planejamento.

Exemplo de briefing básico.

Briefing de Mídia Gráfica

Cliente: inserir nome fantasia ou razão social

Categoria: inserir a categoria em que a empresa se encaixa

Conceito da Campanha: inserir conceito que a campanha trará

Principal mensagem: inserir mensagem suas peças levarão ao usuário

Tipo de campanha: ( ) institucional ( ) lançamento ( ) promoção ( ) sustentação

Meses que a campanha envolverá: (exemplo: de março a julho)

Objetivo da campanha: inserir o objetivo de sua campanha (exemplo: exposição da marca, aumentar audiência do site, apresentar a marca ou produto novo, etc.)

Divulgação: ( ) nacional ( ) regional – descrever regiões

Público-alvo: (idade, sexo, interesse de compra, comportamento, etc)

Concorrentes: inserir o nome de seus concorrentes diretos (em alguns casos vale apresentar os concorrentes indiretos)

Site dos concorrentes: inserir o site dos concorrentes diretor (em alguns casos vale apresentar os concorrentes indiretos)

Tipo de produto que concorre (neste plano): de acordo com seu objetivo de campanha, qual produto ou serviço do concorrente, irá concorrer neste plano?

Verba mensal/total: é interessante sempre apresentar já no briefing a verba sugerida mensalmente e o total caso a campanha se estenda por mais de um mês

Data de entrega do plano: ter o controle do prazo para planejar e entregar o plano, ajuda muito na percepção de quando estamos (o planejador) investindo muito tempo em algo que pode ser substituído


Informações adicionais do cliente

História da empresa: é sempre valido manter um breve histórico do cliente

Objetivos Gerais: normalmente é preenchido com o objetivo de marketing do cliente

Objetivos de Comunicação: qual problema de comunicação é preciso ser sanado?

** Caso haja alguma apresentação pronta com as informações adicionais, insera junto ao e-mail do briefing.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Após sucesso das Compras Coletivas surgem as reclamações


Após o estourar de vendas, os sites de "Compra Coletiva", vem apresentando seus primeiros comportamentos genéricos em relação ao pós compra.
Atualmente o Brasil tem registrado 700 site neste setor e de acordo com o jornal Metro, o site Reclame Aqui, já teve 8,5 mil reclamações de consumidores que foram mal atendidos pelos estabelecimentos que participam de vendas nos sites de Compra Coletiva no último ano.

As principais reclamações dos consumidores é referente ao preconceito vindo do próprio estabelecimento que fez a venda, seguido de cobranças recebidas com duplicidade e dificuldade em cancelar os pedidos realizados.

Como se não bastasse, os fornecedores também reclamam da falta de estrutura para receber estes clientes, pois a falta de planejamento, na maior parte das vezes tem sido seu pior inimigo. Isso porque muitos estabelecimentos tem realizado mais vendas do que conseguem suportar e isso acarreta inúmeras consequências.

As principais empresas do ramo que tem sofrido com reclamações são: Brandsclub, Click On, Clube Urbano, Oferta Única, Peixe Urbano e Privalia.

Vale a dica para quem está realizando este tipo de compra:
  1. procure observar a quantidade imposta pelo site de compras para fechar o pedido
  2. procure referências dos sites com amigos que já realizaram a compra
  3. entre nos sites dos estabelecimentos que estão oferecendo o pacote e nas redes sociais para ver se o estabelecimento tem recebido muitas reclamações
É claro que a falta de estrutura ou de preparo destes profissionais não se repete para todas as empresas deste setor, para tanto vale sim experimentar este tipo de compra e mais que isso, se acontecer de você ser mal atendido, recorra a seus direitos!

sábado, 1 de janeiro de 2011

Marketing

Marketing não é vendas, ele foi um dia, quando usado pela primeira vez. Hoje o marketing a engloba.

"Marketing é criar, comunicar e gerar um valor para um público-alvo por um lucro" by Philip Kotler.

Tudo que você pensar hoje no atual estágio do marketing, quer dizer relacionamento, emoção, estar e construir a marca junto com os consumidores.

É criar consumidores leais e que queiram construir um passo novo de seu produto com você.

Veja algumas das fases do marketing:

Primeira Fase: Significa Vendas (Marketing de Massa - falta segmentação/detalhamento)

Segunda
Fase: Criação de planos que considerem produto, preço, praça e promoção

Terceira
Fase: Considerava-se segmentação, identificação e posicionamento

Quarta
Fase: Evolução para pensamento na transação do produto/comunicação e fortalecer e estreitar relacionamento com parceiros e consumidor final

Quinta
Fase: Por fim, as empresas querem fazer co-marketing com os clientes, ou seja, construção cooperada de um produto





domingo, 21 de novembro de 2010

No mundo virtual - clientes com carência real


Em tempos em que a maior parte das pessoas faz tudo pela internet, compras, amigos, trabalho, etc., notamos uma grane deficiência na "arte de estar presente".
Com a correria do dia a dia, não notamos o quanto não tempo pra nada e quanto mais dias passam, mais tarefas acumuladas temos.
Faça uma experiência com seus clientes. Veja o quanto eles gostariam que você estivesse por mais tempo fisicamente presente na vida deles.
Esta é uma carência real!
Sempre que puder ligue para seus clientes e faça uma breve visita.
Você notará em pouco tempo o quanto você é importante para ele.

domingo, 25 de julho de 2010

Redes Sociais e o comportamento dos Brasileiros


De acordo com o IBOPE Inteligência, em parceria com a Worldwide Independet Network of Market Research, o Brasil é um dos 10 países que mais acessam o You Tube, Twitter e Orkut.
Comparando o Brasil com a média mundial, temos os seguintes dados:
  • 83% acessam as redes por motivos pessoais, contra 75% da média no mundo
  • 33% entram por razões profissionais, contra 25% (média no mundo)
Uma curiosidade é que os homens acessam mais as redes por motivos profissionais do que as mulheres e na região Nordeste do país 90% das pessoas acessam por motivos pessoais (bater papo, mandar mensagens ou atualizar o próprio perfil.

Uma característica que estamos acompanhando nos últimos anos é que o Orkut, vem sendo acessado principalmente por mulheres, jovem, com menor instrução, das classes CDE, que residem em municípios com menos de 100.000 habitantes e em muitos casos moram em periferias ou em cidades mais distantes no interior.
Acredito que um dos principais pontos, para que houvesse essa inclusão social foi a facilidade em adquirir um computador e acesso a internet, seja pelos programas que o governo vem implementando ou pelo grupo de pessoas que se unem para comprar este tipo de aparelho.

Analisando todo este cenário, percebi que muito poucas empresas e sites estão prontos para receber este público e principalmente conversar com linguajar adequado com eles.

Muitas empresas acreditam que seu público é AB e "pronto", não é necessário fazer mais nada, só esperar que os consumidores comprem seus produtos.

Mas eles estão errados! Li um livro muito bom que fala sobre o consumidor dessas classes chamado "O consumidor de baixa renda", escrito por Elyseu Mardegan Jr. e Marcelo Rocha Azevedo.

Em suma todos precisamos nos adequar o quanto antes a este público, seja com palavras mais coloquiais, com mensagens clara e objetivas, explorando cores e valores mais em conta, oferecendo produtos de boa qualidade, com preços acessíveis, sites simples de se navegar e de encontrar a informação que precisa-se e assim por diante.

A publicidade tem um papel fundamental nesta comunicação. Mas para fazer a melhor comunicação é necessário antes se preparar e estudar.