Imagine que 1.180.000 mil de internautas brasileiros da classe C realizaram sua primeira compra online entre janeiro e junho de 2009.
Dos R$4.8 bilhões de faturamento online, R$431 milhões foram gastos pela classe C e seu tíquete médio fica em torno de R$289,00 reais.
A web vem recebendo cada vez mais pessoas da classe C e hoje provavelmente você tenha mais pessoas da classe C navegando em alguns sites do que o público AB.
É verdade que estes sites precisam se atualizar o mais rápido possível, não são raras as vezes em que os planejadores recebem os midiakits com as apresentações dos sites com um número "miserável" de classe C (que nem sempre é totalmente verdade).
Este público não gosta de peças "baratas", de má qualidade ou de produtos que sejam simples cópias bregas dos originais.
Eles sabem o que querem, sabem o que precisam e tem o poder das compras e decisão na mão.
Mas afinal, se você tem este público como alvo, o que pode dar certo quanto a publicidade online?
Existem muitas maneiras, mas acredito que algumas são mais fáceis de se alcançar, como por exemplo:
- e-mail marketing, segmentado para classe C;
- utilização de ferramentas de behavior target, que avalia o comportamento do internauta em específico durante algum tempo e depois oferece produtos de acordo com seu perfil;
- sites verticais, que falam sobre astrologia por exemplo para mulheres ou carros populares para homens.
- links patrocinados
- Pesquisa da ACSP conclui + de 17% das empresas tem cadastro em redes sociais
- Consumidores de "Baixa Renda" (Parte 1)
- Mulheres que compram e navegam mais na internet
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